
A Diretoria Colegiada da Superintendência do Desenvolvimento do Nordeste (Sudene) aprovou 35 novos pleitos de incentivos fiscais destinados a empreendimentos, nove deles na Bahia. As empresas declararam R$ 4,38 bilhões em investimentos e estão associados à manutenção de 8.790 empregos, além da criação de 2.508 novos postos de trabalho vinculados aos projetos de implantação.
Do total de pleitos aprovados, 32 referem-se ao benefício de redução do Imposto sobre a Renda da Pessoa Jurídica (IRPJ) e adicionais não restituíveis, enquanto quatro contemplam o reinvestimento do imposto devido, mecanismo que permite às empresas ampliar sua capacidade de investimento na modernização e expansão de suas atividades.
Os processos contemplam empreendimentos distribuídos ainda pelos estados de Alagoas (1), Espírito Santo (6), Maranhão (6), Minas Gerais (5), Paraíba (2), Pernambuco (2), Rio Grande do Norte (3) e Sergipe (1), abrangendo projetos de implantação, modernização, ampliação, diversificação e reinvestimento. O colegiado também aprovou a retificação de um pleito concedido anteriormente devido à alteração de razão social. Em relação aos setores, foram seis pleitos de infraestrutura, 12 de alimentos, quatro químicos, além de quatro de minerais não metálicos e um de componentes e autopeças.
Os incentivos aprovados pela Diretoria Colegiada também evidenciam o alcance territorial da política administrada pela Sudene. De acordo com o diretor de Gestão de Fundos e Incentivos Fiscais, Wandemberg Almeida, sete dos pleitos referem-se a empreendimentos localizados em municípios de pequeno porte, com população entre 11 mil e 18 mil habitantes, como Lima Campos e Governador Edson Lobão, no Maranhão, e Conceição Almeida, na Bahia. “Isso demonstra a capilaridade do instrumento para apoiar investimentos em diferentes realidades econômicas da Região”, destaca.
Para o superintendente da Sudene, Francisco Alexandre, os incentivos fiscais continuam sendo um importante mecanismo para ampliar a competitividade das empresas instaladas na área de atuação da Autarquia e estimular novos investimentos produtivos.
“Os incentivos fiscais administrados pela Sudene contribuem para criar um ambiente mais favorável aos investimentos produtivos. Ao apoiar a implantação, a modernização e a expansão de empreendimentos, esses instrumentos fortalecem a atividade econômica, estimulam a geração de empregos e ampliam a capacidade de desenvolvimento da Região”, afirmou Francisco Alexandre.











