
O Parque Solar da Acelen – Complexo Fotovoltaico Irecê – Fase 1, em João Dourado (BA), desenvolvido em parceria com a Illian Energias Renováveis e o fundo Perfin Infra, conquistou o 3º lugar na categoria Comunidade do GRI Awards Infrastructure Brazil 2025. O GRI Awards é uma premiação anual e internacional, promovida pelo GRI Club/GRI Institute, que reconhece empresas, projetos e lideranças destaques em infraestrutura, energia, imobiliário, mobilidade e ESG.
Durante a implantação do parque, já energizado e que entrará em operação comercial ainda este ano, 60 famílias foram diretamente beneficiadas. O desenvolvimento do parque solar promoveu capacitação profissional, fortaleceu a agricultura familiar, incentivou a educação ambiental e registrou a memória das comunidades quilombolas da região. O parque terá capacidade instalada de 160,9 MWp, suficiente para abastecer 199 mil residências.
Para Paulo Danilovic, vice-presidente de Fusões e Aquisições da Acelen, o reconhecimento reforça o compromisso da empresa com o desenvolvimento de comunidades locais. “O Parque Solar une tecnologia, sustentabilidade e compromisso social. Esse prêmio, com foco na valorização de iniciativas inovadoras e sustentáveis, celebra o impacto positivo que estamos construindo junto às comunidades do semiárido baiano”.
Para a Illian Energias Renováveis, “estar entre os três melhores do GRI Awards 2025 reforça o compromisso da empresa em desenvolver projetos de infraestrutura energética que geram valor compartilhado. Nosso objetivo é atuar com excelência técnica e responsabilidade socioambiental, contribuindo de forma concreta para o desenvolvimento das comunidades e para a transição energética do país”, diz Claudio Alves, Presidente da Illian Energias Renováveis.
Com investimento de R$ 530 milhões, o Parque Solar da Acelen integra o Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) e conta com financiamento do BNDES. O parque foi planejado com base em diretrizes socioambientais integradas, instalado em área previamente antropizada para preservar a vegetação nativa. A iniciativa incorpora tecnologias de ponta, como módulos bifaciais, trackers inteligentes e sistemas de monitoramento ambiental. Além disso, vai gerar créditos de carbono e abastecer 100% da energia elétrica importada pela Refinaria de Mataripe.












