
O Brasil já conta com 11,5 milhões de microempreendedores individuais (MEI) com registros ativos no Brasil. Segundo levantamento do Sebrae, mais de 90% estão em atividade, índice mais alto já registrado, contra 77%, em 2022, e 72%, em 2019. O recorde sinaliza a melhora do consumo das famílias e consolida a figura jurídica que é a porta de entrada para formalizar milhares de pessoas jurídicas, com registro simplificado e baixo custo de tributos.
“A implementação do MEI, durante o segundo mandato do presidente Lula, permitiu que milhões de brasileiros que faziam do empreendedorismo uma forma de complementação de renda ou mesmo a sua principal ocupação pudessem se beneficiar de direitos que lhes eram vedados. Esse modelo de negócio significou, na prática, a mais importante política pública para a inclusão econômica e previdenciária do Brasil”, assegura o presidente do Sebrae, Décio Lima. Para ele, o crescimento dos MEI em atividade é um termômetro da melhora do ambiente de negócios no país.
Entre os 10% de MEIs que estão inoperantes, 5,2% estavam com atividades paralisadas temporariamente, enquanto um terço havia encerrado em definitivo. A falta de dinheiro para investir no negócio e o pouco conhecimento acerca da atividade foram os principais motivos citados para o encerramento da operação. “O Sebrae capitalizou um patrimônio líquido de R$ 2 bilhões para novas operações por meio do seu Fundo de Aval, que vai viabilizar R$ 30 bilhões em crédito para os próximos três anos. Em 2024, apenas 12% dos pequenos negócios obtiveram crédito. Estamos dando oportunidade para que os outros 88% consigam ter crédito”, complementa Décio Lima.











