
A nova Rodoviária de Salvador, inaugurada nesta segunda-feira (19) pelo governador Jerônimo Rodrigues, deve criar um novo vetor de desenvolvimento urbano da capital baiana. Instalado em Águas Claras, às margens da BR 324, o terminal também nasce com a proposta de ser um polo de serviços, mobilidade e desenvolvimento econômico. Fruto de investimento de R$ 280 milhões, o equipamento é administrado pela Sinart – Sociedade Nacional de Apoio Rodoviário e Turístico.
Com área total de 127.235 metros quadrados, o terminal dispõe de 41 plataformas de embarque, 24 de desembarque. O centro comercial e de serviços possui 230 espaços, incluindo supermercado, restaurantes, lanchonetes, lojas, clínica, empresas de serviços, SAC e delegacia de polícia. Conta ainda com salas VIP, estacionamento com 847 vagas, sendo 711 rotativas.

O Terminal concebido como um hub de mobilidade moderno e integrado. O espaço reúne metrô, ônibus urbanos, metropolitanos e intermunicipais e, futuramente, será conectado ao VLT. A estimativa é de circulação diária de cerca de 20 mil passageiros, com aproximadamente mil ônibus realizando embarques e desembarques todos os dias.
Para o governador Jerônimo Rodrigues, mais do que uma obra de infraestrutura a Nova Rodoviária da Bahia se consolida como vetor de transformação social e econômica. “Reforça o papel do Estado como indutor do desenvolvimento e amplia o acesso da população a emprego, renda e oportunidades”.
“A nova rodoviária é mais um marco na mobilidade para o nosso estado. Além de facilitar a vida de quem está aqui para fazer negócios ou viajar, vai desafogar toda aquela região da antiga. Portanto, hoje está oficialmente inaugurado, um momento de grande celebração”, afirmou o governador Jerônimo Rodrigues durante a inauguração.
Mercado imobiliário
Os reflexos já começam a aparecer no mercado imobiliário. A Ademi-BA observa aumento do interesse por empreendimentos residenciais e comerciais de perfil popular, diferente do padrão corporativo consolidado no entorno da antiga rodoviária. Incorporadoras que já atuam na região buscam novos terrenos para atender à demanda crescente por moradia.












