
O Carnaval 2025 promete ser um dos mais movimentados dos últimos anos no Brasil. Conforme dados da Embratur, a previsão é que 286.879 turistas internacionais desembarquem no país, aquecendo a economia e consolidando o Brasil como um dos principais destinos para foliões de todo o mundo. A Bahia é o terceiro destino mais procurado, com 9.213 visitantes de outros países. Em primeiro está o Rio de Janeiro (69.188) e em segundo São Paulo (42.973).
Em janeiro de 2025, a Bahia recebeu 26,1 mil turistas internacionais, um aumento de 59,6 %, em comparação com o mesmo período de 2024, enquanto o crescimento no Brasil foi de 55%. O turismo baiano superou a movimentação no Ceará, Pernambuco, Rio Grande do Norte e Alagoas, que, juntos, receberam 25,1 mil visitantes de outros países, no primeiro mês deste ano. A Bahia registrou 51% dos estrangeiros que procuraram o Nordeste. Os dados foram coletados pela Polícia Federal e pelo Ministério do Turismo (MTur).
Para o presidente da Embratur, Marcelo Freixo, o Carnaval do Brasil é um produto importante na promoção do país no exterior e ajudará a alavancar os números de 2025. “Quebramos todos os recordes em 2024 e já tivemos o maior crescimento de turismo internacional do mundo em janeiro de 2025, com alta de 55%, quando quase 1,5 milhão de estrangeiros vieram ao Brasil. É espetacular. Não temos dúvidas de que teremos um Carnaval ainda melhor do que no ano passado. Mas o mais importante desse número é que ele representa a união de três coisas que nenhum brasileiro pode viver sem: emprego, renda e alegria”, afirma Freixo.
O levantamento da Embratur revela que 148.747 desses turistas entrarão no Brasil por via aérea, representando um aumento de 12,4% em relação ao Carnaval de 2024. O principal grupo de visitantes é composto por argentinos, que correspondem a 25,8% do total de estrangeiros, um crescimento de 41,4% em comparação ao ano passado. Os turistas dos Estados Unidos representam 15,7% do total de estrangeiros no país durante o Carnaval, um aumento de 21,2% em relação a 2024. Os chilenos aparecem como o terceiro maior grupo, representando 9,1% do total.










