
A isenção do imposto de renda para quem ganha até R$ 5.000 por mês e o reajuste do salário mínimo para R$ 1.621 (6,79%) injetarão R$ 109 bilhões na economia do País.
Até o final de 2025, a isenção total do imposto de renda era para salários até R$ 3.036. Assim, a partir deste mês, uma pessoa que recebe salário de R$ 5.000 por mês deixa de ter retido na fonte R$ 335. Em um ano, o aumento na renda será de quase R$ 4.000. Esse dinheiro a mais no bolso afetará diretamente 10 milhões de brasileiros. Além disso, outros 6 milhões de pessoas que recebem entre R$ 5.000 e R$ 7.350 por mês também serão beneficiadas com alguma redução do imposto retido na fonte. O impacto será de R$ 28 bilhões na economia brasileira ao longo do ano.
A elevação do salário mínimo combina correção monetária pela inflação oficial com aumento real baseado no crescimento do PIB. O aumento para R$ 1.621 beneficia diretamente mais de 34 milhões de trabalhadores. Considerando-se o impacto na vida de aposentados, pensionistas, pessoas com deficiência, beneficiários do seguro desemprego entre outros grupos sociais, o impacto alcança a vida de 62 milhões de brasileiros. Segundo o Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese), o aumento do mínimo injetará R$ 81,7 bilhões na economia do País este ano.










