
As exportações baianas registraram queda de 18,6% nos primeiros dois meses de 2026, e atingiram US$ 1,4 bilhão (R$ 7,2 bilhões). Por outro lado, as importações avançaram 4%, e atingiram a cifra de US$ 1,6 bilhão (R$ 8,3 bi) no período, resultando em um o saldo comercial negativo de US$ 146 milhões (R$ 760 milhões). Os dados são da Secretaria de Comércio Exterior, do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC).
Em fevereiro, especificamente, as importações deram um salto de 21,2%m em relação ao mesmo mês de 2025, enquanto as exportações do estado caíram 23%.
CHINA
A China segue em destaque como principal parceiro comercial da Bahia, e agora ultrapassou os Estados Unidos também nas importações. Os chineses compraram o equivalente a US$ 385 milhões (R$ 2 bi) e venderam para cá um total de US$ 399 milhões (R$ 2,1 bi).
Entre os produtos exportados no primeiro bimestre, destaque para o ouro, que liderou entre todos os produtos, totalizando US$ 116 milhões (R$ 603 milhões), com crescimento de 72% em relação ao mesmo período do ano passado. A celulose ficou em segundo, com US$ 111 milhões (R$577 mi), e a soja em terceiro, com USS$ 110 milhões (R$ 572 mi).
Já entre os produtos importados, a liderança segue com os óleos brutos de petróleo, cujas compras somaram cerca de US$ 162 milhões (R$ 840 mi) e óleos combustíveis, com US$ 150 milhões (R$ 780 mi). O crescimento da importação de cacau foi destaque. Aumentou 47%, chegando a US$ 119 milhões (R$620 milhões).











