
As importações baianas registraram um crescimento de 25% este ano. De janeiro a novembro, acumularam uma cifra de US$ 10,07 bilhões, o equivalente a R$ 60 bilhões em compras no exterior. Já as exportações atingiram US$ 10,76 bilhões (R$ 65 bilhões), no mesmo período, mas com um incremento de apenas 5,3% em relação ao observado em 2023. Os dados da Secretaria de Comércio Exterior, do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços (MDIC), mostram que o saldo comercial foi positivo (R$ 5 bi), mas bem menor que no ano anterior.
O aumento de 30% das compras no exterior de óleos brutos de petróleo, sobretudo pela Acelen, impulsionou as importações do estado. Somente este segmento representa mais de 28% de todas aquisições da Bahia em outros países.
Já as exportações, que apresentaram crescimento na faixa de um dígito, tiveram forte influência da soja, que registrou um aumento de 9% este ano. O produto representa 22% do valor das vendas externas do estado. A celulose também foi destaque. O produto, que representa 13% do total das exportações, registrou, até agora, um incremento de 21,7% este ano.
CHINA
A China segue como principal parceiro comercial da Bahia, assim como é na média nacional, sendo responsável por quase 29% das exportações do estado. Os chineses compraram mais de US$ 3,1 bilhões em produtos baianos, o que equivale a mais de R$ 18 bilhões, indicando um aumento de cerca de 10% em 2024.
Por outro lado, os Estados Unidos foram os principais vendedores para a Bahia, com 27% das importações do estado oriundos do país. As empresas baianas enviaram mais de US$ 2,7 bilhões aos americanos, o que equivale a R$ 16 bilhões.






