Galvani avança em gestão hídrica com mineração a seco e reuso de água em unidades na Bahia

Redação
14/08/2026 12:00
Unidade de Luís Eduardo – Foto: Divulgação

A Galvani Mineração vem consolidando uma estratégia que alia segurança hídrica e economia circular em suas operações na Bahia. Com investimentos em tecnologia e práticas mais sustentáveis, a companhia busca otimizar o uso dos recursos naturais, reduzir impactos ambienteis e aumentar a eficiência dos seus processos. A estratégia está presente nas diferentes operações da empresa no estado, nos municípios de Irecê, Campo Alegre de Lourdes e Luís Eduardo Magalhães.

Na Unidade de Mineração de Angico dos Dias (UMA), em Campo Alegre de Lourdes, o beneficiamento da rocha fosfática é realizado totalmente a seco. A tecnologia elimina o uso de água na etapa de concentração mineral e dispensa a construção e operação de barragens de rejeitos, reduzindo riscos operacionais e ambientais.

Em Irecê, a nova Unidade de Mineração (UMI), atualmente em implantação, foi concebida com base nos princípios da economia circular e da eficiência hídrica. O Projeto Minério Primário contará com uma nova rota tecnológica para o beneficiamento da rocha fosfática, reduzindo significativamente a demanda por água no processo produtivo. A operação funcionará com circuito fechado de água, promovendo o reuso contínuo dos recursos hídricos e minimizando a necessidade de captação. Além disso, será uma unidade livre de barragens de rejeitos, com aproveitamento dos materiais anteriormente descartados como corretivos agrícolas, que retornarão ao campo como novos insumos, fortalecendo a circularidade dos recursos e a resiliência da operação frente aos desafios climáticos.

Já no Complexo Industrial de Luís Eduardo Magalhães (CILEM), a gestão hídrica é reforçada por uma Estação de Tratamento de Água da Chuva. O sistema possui reservatório com capacidade para 73 mil metros cúbicos e ampliando a disponibilidade hídrica da operação durante o período chuvoso e reduzindo a necessidade de captação de água. Toda a água captada é destinada ao reuso industrial, preservando os recursos hídricos da região.

“Nosso compromisso é conectar o futuro da mineração e da produção de fertilizantes à preservação ambiental. Investimos em tecnologias que reduzem o consumo de água, eliminam barragens de rejeitos e transformam materiais antes descartados em novos insumos para a agricultura. Dessa forma, fortalecemos a resiliência das operações diante das mudanças climáticas e contribuímos para um modelo de desenvolvimento mais sustentável nos territórios onde atuamos”, afirma Christiano Brandão, gerente corporativo de Licenciamento, Meio Ambiente, Gestão Fundiária e Direitos Minerários da Galvani.