
A economia brasileira registrou crescimento de 0,5% no segundo trimestre em relação aos primeiros três meses de 2026. No acumulado do primeiro semestre, o PIB cresceu 1,9% frente a igual período de 2025, e atingiu US$ 2,64 trilhões (R$ 13,5 trilhões), elevando a posição do país de 11ª para 10ª no ranking mundial.
O crescimento da economia brasileira na passagem do primeiro para o segundo trimestre de 2026 coloca o país com a quinta maior alta do PIB no mundo, à frente de países como Estados Unidos, China e da média dos países da Zona do Euro. O ranqueamento foi divulgado pela agência classificadora de risco de crédito Austin Rating, com dados do Fundo Monetário Internacional (FMI), órgão ligado às Nações Unidas.

Pela ótica da produção, destaca-se o crescimento da Agropecuária (3,6%), Indústria (1,6%) e dos Serviços (1,8%) no primeiro semestre. houve aumento de 1,1% na Despesa de Consumo das Famílias e 2,9% na Despesa de Consumo do Governo. A Formação Bruta de Capital Fixo apresentou estabilidade (0,0%). No setor externo, houve crescimento tanto nas Exportações (5,5%) quanto nas Importações (3,4%) de Bens e Serviços.
De acordo com boletim da Secretaria de Política Econômica (SPE) do Ministério da Fazenda, a variação positiva do PIB no segundo trimestre veio acima das expectativas de mercado, que acreditava em alta de 0,4%.
A projeção da Austin Rating é que o Brasil ultrapasse a Rússia e alcance o posto de nona maior economia do mundo em 2027.












