
O rebanho bovino baiano alcançou a marca de 13.180.904 cabeças, consolidando o estado como 7º maior produtor do Brasil e o líder na região Nordeste. Os dados foram divulgados pela Agência de Defesa Agropecuária da Bahia (Adab), após levantamento, feito durante a última campanha de vacinação.
Entre as regiões do estado, a Bacia do Rio Grande, na região Oeste, se sobressai com 1.294.905 cabeças, seguida pelo Extremo Sul com 1.109.709, e o Médio Sudoeste da Bahia, com 1.084.478. Integrando a Bacia do Rio Grande, os três municípios com rebanhos mais expressivos são Santa Rita de Cassia, Wanderley e Cotegipe. No Extremo Sul, os destaques são os municípios de Itamaraju, Itanhém e Medeiros Neto. Já no Médio Sudoeste da Bahia, os municípios de Itarantim, Itambé e Itapetinga figuram como regiões com grande rebanho bovino.

“A disponibilidade de grãos na região Oeste, aliada às práticas de manejo adequadas em todo o estado, impulsionam a produção e consolidam a Bahia como líder na pecuária nordestina. Esse crescimento não apenas fortalece a economia local, mas também posiciona o estado como um importante player no mercado”, afirmou Paulo Sérgio Luz, diretor-geral da ADAB. O crescimento do rebanho ao longo dos últimos anos resulta, segundo ele, em maiores volumes de carne produzida e, consequentemente, em um aumento da carcaça para os pecuaristas e geração de divisas para o estado.
Aftosa – Graças a anos de trabalho e investimentos em sanidade animal, a Bahia conquistou, em 2024, o status de área livre de febre aftosa sem vacinação, concedido pelo Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa). Essa conquista representa um passo significativo para a pecuária baiana, pois simplifica os processos produtivos, reduz custos e, principalmente, abre portas para novos mercados. Com essa certificação, a Bahia se consolida como referência na produção de carne bovina de alta qualidade, resultado do esforço conjunto de produtores e órgãos governamentais.











