
A Bahia liderou as exportações no Nordeste, em 2025. O estado respondeu por 46% de todo o volume de vendas da região para o exterior, totalizando US$ 11,52 bilhões, o equivalente a R$ 60 bilhões. O Nordeste exportou US$ 24,8 bilhões no ano passado, o maior volume dos últimos três anos e equivalente a 7% de todas as exportações brasileiras. Os dados foram divulgados pela Superintendência de Desenvolvimento do Nordeste (Sudene).
Depois da Bahia, os maiores exportadores do Nordeste são o Maranhão (US$ 5,49 bilhões) e Pernambuco, com US$ 2,36 bi. Em seguida estão o Ceará (US$ 2,30), Rio Grande do Norte (US$ 1,14 bi), Piauí (US$ 850 milhões), Alagoas (US$ 580 milhões), Sergipe (US$ 510 milhões) e Paraíba (US$ 140 milhões).
A China foi o principal destino das exportações nordestinas, (US$ 6,22 bilhões), seguida por Estados Unidos (US$ 2,89 bilhões) e Canadá (US$ 2,72 bilhões). Na América do Sul, a Argentina foi o principal parceiro comercial (US$ 1,62 bilhão). Na Europa, os Países Baixos concentraram o maior volume de compras (US$ 1,19 bilhão).
IMPORTAÇÕES
As importações nordestinas recuaram cerca de 5%, passando de US$ 28,7 bilhões em 2024 para US$ 27,2 bilhões em 2025. A Bahia também concentrou o maior volume de compras externas, com US$ 12,83 bilhões, seguida por Maranhão (US$ 10,50 bilhões), Pernambuco (US$ 7,10 bilhões) e Ceará (US$ 6,50 bilhões). Na sequência aparecem Paraíba, com US$ 1,47 bilhão, e Alagoas, com US$ 1,31 bilhão. Sergipe (US$ 842 milhões), Rio Grande do Norte (US$ 658,49 milhões) e Piauí (US$ 362,41 milhões) completam o cenário.
Os produtos minerais lideram a pauta, com US$ 10,98 bilhões, valor que corresponde a quase 40% do total importado pela região. Em seguida aparecem os produtos químicos, que somaram US$ 4,56 bilhões, e o grupo formado por máquinas e aparelhos, material elétrico, aparelhos de gravação e reprodução de som e imagem e seus acessórios, com US$ 3,34 bilhões. Quanto à origem das compras externas, os principais parceiros comerciais do Nordeste foram Estados Unidos (US$ 7,71 bilhões) e China (US$ 5,19 bilhões), seguidos por Rússia (US$ 1,55 bilhão) e Argentina (US$ 1,42 bilhão).










