A Bahia quer ampliar os investimentos chineses no estado. Para isso, busca novos empreendimentos e parcerias estratégicas em áreas como energia, tecnologia e saúde. Maior parceiro comercial, a China já está presente em grandes projetos, como a montadora BYD, a produtora de grãos Chongqing, a indústria de turbinas eólicas Goldwind, além de investir em infraestrutura, como a Ponte Salvador-Itaparica, Ferrovia de Integração Oeste Leste (Fiol) e Porto Sul.
Durante esta semana, diversos investimentos e acordos serão anunciados pelos chineses no Brasil, durante visita do presidente Luiz Inácio Lula da Silva ao País. O governador Jerônimo Rodrigues participa da missão internacional e integra a comitiva brasileira em Pequim. Estão previstas, ao longo de toda a semana, diversas reuniões bilaterais, com o governo e empresários chineses.
Na agenda, a comitiva da Bahia visitará a fábrica da empresa Hotgen, especializada em produtos de saúde, no município de Langfang, a 70 quilômetros de Pequim. O encontro visa a cooperação em tecnologia laboratorial e a produção de testes rápidos para doenças como dengue, zika e covid-19, pela Bahiafarma.
Haverá ainda o Fórum Empresarial China-Brasil, que reunirá lideranças dos dois países para apresentar oportunidades de investimentos e novos negócios.
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Entre os anúncios de investimentos esperados estão a da fabricante de semicondutores Longsys, que planeja instalar unidades em São Paulo e Manaus. A maior cadeia de fast food do mundo, a Mixue, também anunciará chegada no país, com investimento de R$ 3,2 bilhões. A gigante do setor de entregas Meituan trará seu braço internacional Keeta, e o grupo Envision, aplicará R$ 5 bilhões em unidade de produção de combustível sustentável de aviação (SAF).












